SAÚDE E CUIDADOS MÉDICOS

Há mais de 30 anos o Centro Médico São Camilo cuida da saúde de Indaiatuba e região. Cuidado e tradição que ultrapassa gerações.

TRATAMENTO MÉDICO

Priorizar a saúde e bem estar dos pacientes através de uma equipe médica responsável e eficiente é o compromisso do São Camilo.

PSICÓLOGOS

Compreender e analisar o comportamento humano para promover a saúde mental é o trabalho dos Psicólogos do Centro Médico São Camilo.

ACOLHIMENTO MÉDICO

Informações, orientação e acompanhamento médico quanto aos melhores métodos e encaminhamento aos profissionais de saúde ideais.

PRONTO ATENDIMENTO

O Centro Médico São Camilo oferece pronto atendimento adulto e pediátrico e situações de urgência e emergência, de Segunda a Sábado 8h às 21h

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Acompanhamento e orientação médica da criança e adolescente, garantindo seu desenvolvimento saudável.

SOBRE O CENTRO MÉDICO SÃO CAMILO

Há mais de 30 anos o Centro Médico São Camilo cuida da saúde de Indaiatuba e região com dedicação e competência. Tradição e confiança passam de geração em geração garantindo o relacionamento de respeito e credibilidade entre a equipe e os pacientes.

Um Centro Médico completo com especialidades médicas como Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia, Pneumologia adulto e pediátrico, Gastroenterologia, Neurologia, Psicologia adulto e pediátrico, Nutrição adulto e infantil, Pronto atendimento adulto e pediátrico, Laboratório de análises clínicas e vacinação adulto e pediátrico.

A saúde e bem estar dos nossos pacientes em todas as fases da vida é o nosso objetivo!

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Saiba como conduzir seu filho com segurança no automóvel

Garanta a segurança do seu filho nos passeios de automóvel

Data: 21/03/2017 às 15:02

Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria

Jamais carregue a criança no colo dentro do carro!

O trânsito é responsável pelo maior número de mortes e ferimentos graves em crianças e adolescentes. Portanto, é muito importante que seu filho seja conduzido de forma correta e segura no automóvel. Os cuidados já iniciam na saída da maternidade. Crianças devem ser transportadas em assentos de segurança adequados ao seu tamanho, sempre no banco traseiro. Verifique se a cadeirinha tem o selo de certificação do INMETRO ou, se importada, selo de certificação europeu ou americano.

Do nascimento até 2 anos (assento infantil tipo bebê-conforto)

O assento tipo bebê-conforto deve ser usado até que a criança tenha 2 anos de idade ou que tenha ultrapassado o limite máximo de peso ou altura permitido pelo fabricante do assento. Deve ser instalado de costas para o painel do veículo, preferentemente no meio do banco de trás, preso pelo cinto de segurança de três pontos.

De 2 a 4 anos

Manter a criança no bebê-conforto até o limite máximo de peso ou altura permitido pelo fabricante do assento. A maioria dos assentos vendidos no Brasil acomoda crianças até 13 kg, que são atingidos entre 1 e 4 anos.

De 4 a 7 ou 8 anos (assento tipo cadeirinha)

Toda criança que tenha ultrapassado o tamanho máximo permitido para o assento tipo bebê-conforto deve usar a cadeirinha dotada de cinto de segurança próprio, pelo maior tempo possível, até atingir o limite máximo de peso ou altura permitido pelo fabricante. Nas cadeirinhas de segurança disponíveis no Brasil, o menor limite máximo de peso é 18 kg, que as crianças podem atingir entre 3 e 7 anos de idade.

De 8 a 12 anos (assento de elevação)

Toda criança cujo peso ou estatura tenha ultrapassado o tamanho máximo permitido para a cadeirinha deve usar um assento de elevação, até atingir a estatura de 1,45 m (o que pode ocorrer entre 9 e 13 anos de idade). Somente depois disso poderá usar o cinto de segurança do veículo, que deve adaptar-se com perfeição: a porção subabdominal passando pela pelve, a porção do ombro passando pelo meio do ombro e do tórax, e os pés encostando no assoalho.

Desfralde é tarefa da família, não da escola, segundo pediatras

Imagem: Estilo UOL

Data: 09/03/2017 às 18:18

Fonte: Estilo UOL

O desfralde coletivo --nome dado à prática nas escolas de iniciar a retirada da fralda em um grupo de crianças-- não tem lógica biológica e pode representar um castigo social para a criança. É assim que o pediatra Felipe Lora, do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo, justifica o fato de ser contra a estratégia adotada em algumas instituições. Segundo ele, para abandonar a fralda, a criança precisa se sentir segura e tranquila para perceber as necessidades fisiológicas, dar atenção a elas e calcular o tempo que necessita para chegar ao banheiro.

Mariane Franco, presidente do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), afirma que o desfralde deve ser feito em um momento de intimidade familiar. “É uma transição na vida da criança. Requer dedicação dos pais e paciência. É preciso que aconteça no tempo certo, geralmente a partir de dois anos e meio, quando, normalmente, a criança já comanda os esfíncteres [estruturas que controlam a abertura e o fechamento da uretra e do ânus]”, diz.

Segundo a pediatra, essa função dos pais não pode ser transferida para a escola nem ser encarada como um peso pela família. O momento requer atenção individualizada. 

Ainda assim, é grande o número de escolas e famílias que apóiam e praticam o desfralde coletivo. Em geral, funciona assim: em determinado momento do ano letivo, é feita uma reunião com os pais ou enviado um bilhete a eles, pedindo que, a partir de determinada segunda-feira, os alunos sigam para a escola sem fralda e com várias mudas de roupa.

No fim de semana que antecede a data, é solicitado que seja iniciada a retirada da fralda. “A cobrança quanto ao desfralde deve ser proporcional à maturidade da criança, sem estressá-la, pois quanto mais pressão, maior a chance de ela desenvolver um trauma”, afirma Lora.

Parceria com escola é bem-vinda

Mesmo defendendo com afinco que o desfralde deva ser feito em casa, os médicos reconhecem a importância da escola como parceira. Segundo Maria Amparo Martinez, pediatra do Hospital Santa Catarina, em São Paulo, estar entre iguais e acompanhar o processo dos colegas é construtivo para as crianças. “Elas pensam: ‘Acho que também posso fazer igual’”, fala.

A instituição pode colaborar incentivando a manutenção de tudo o que a criança já conseguiu com a família e comemorando os menores movimentos de sinalização da vontade de fazer cocô e xixi. “Esse, sim, é um processo seguro”, diz Mariane, da SBP.

“É bem-vindo também que os educadores incentivem o início da retirada da fralda ao perceberem que a criança demonstra estar preparada para ser desfraldada, conversando com os pais a respeito. Mas a escola não pode impor o processo de forma pasteurizada, desprezando a individualidade”, afirma Maria Amparo.

Lora recomenda que o desfralde comece em casa quando a criança der sinais de que está pronta para tal (demonstra incômodo por causa da fralda suja e tenta tirá-la, não quer fazer xixi ou cocô na frente de outras pessoas, mesmo estando de fralda, e avisa antes de fazer) e que tudo isso seja informado aos professores, para que eles possam colaborar com o processo, perguntando à criança se ela está com vontade de fazer xixi depois de ter bebido água, se quer tirar a fralda para fazer cocô no vaso sanitário e assim por diante.

No caso de crianças que passam o dia todo na escola, a recomendação é que o desfralde seja iniciado como em qualquer outra família. "Mas que seja feito em um fim de semana, durante as férias ou em um feriado, ou seja, quando a família puder, de fato, acompanhar de perto", diz Maria Amparo.

AÇÚCAR: O VILÃO NO CARDÁPIO DOS BEBÊS

Imagem: Click Bebê

Data: 09/03/2017 às 06:26

Fonte: Click Bebê

Os doces são conhecidos como um dos grandes sabotadores da alimentação saudável de adultos e principalmente das crianças. Papais e mamães ficam em dúvida se podem ou não introduzir esse item no cardápio do filho e se isso pode trazer consequências sérias para a sua saúde. Saiba que os especialistas são categóricos: o açúcar é prejudicial aos bebês.

“Tanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) quanto o Ministério da Saúde recomendam não utilizar açúcar no primeiro ano de vida. E em 2016, a Academia Americana de Pediatria alterou a recomendação para que se introduza o açúcar somente após os 2 anos de idade”, alerta a médica Virgínia Weffort, presidente do Departamento Científico de Nutrologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Efeitos no organismo
Segundo a médica, até os dois anos de idade a criança encontra-se no período de programação metabólica, ou seja, é a fase na qual o organismo vai aprender os hábitos alimentares que levará para o futuro. “A inserção de açúcar durante os dois primeiros anos fará com que a criança continue preferindo alimentos com sabor doce (característica comprovadamente inata em crianças), o que pode trazer complicações e doenças como a diabete tipo 2; a síndrome metabólica, que acarreta problemas cardiovasculares; deficiência de micronutrientes como ferro, levando a desenvolver anemia; ou até mesmo tendência à obesidade”, diz a pediatra Virgínia Weffort. Mais de 15% das crianças brasileiras estão acima do peso, segundo a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

Menos açúcar, por favor
A OMS recomenda apenas o leite materno até os 6 meses e, a parti daí, introduzir gradativamente outros alimentos com nutrientes necessários para o desenvolvimento do bebê. Até os 18 meses, o ideal é que a dieta esteja bastante diversificada e sem necessidade de alimentos doces, já que muitos deles são naturalmente ricos em açúcar. É o caso de frutas, batata, arroz, aveia, milho e pão, entre outros. Portanto, não é preciso adicionar açúcar refinado ao leite ou ao suco.
Com isso, o bebê tem a chance de habituar o paladar ao gosto natural dos alimentos. E se a criança já consome produtos industrializados (bolacha, refrigerante), a situação é ainda pior, já que esses produtos apresentam açúcar em excesso. E cuidado com produtos aparentemente saudáveis, como sucos de soja, que têm abundância de sódio.

Dentição x cáries
A pediatra Alessandra Cavalcante Fernandes, do Hospital e Maternidade São Luiz, ainda dá mais um motivo para evitar o açúcar na alimentação: o prejuízo na dentição dos pequenos. “Quanto mais tarde o contato com o açúcar, menor é a proliferação de bactérias na boca, e com isso são menores as chances de cárie no futuro. Então, até a formação da primeira dentição, quanto menor for o contato com o açúcar, melhor para os dentes do bebê”, afirma a pediatra. Dados do Ministério da Saúde mostram que, aos 5 anos de idade, mais de 53% das crianças já tiveram cárie.

E claro, sabemos que a guloseima é uma tentação para as crianças e toda mãe sabe a dificuldade em mantê-las longe do açúcar industrializado. Nesse caso, a dica dos especialistas é substituir o produto processado por açúcares naturais como a frutose (açúcar da fruta) e a lactose (açúcar do leite). Mas caso você queira dar um mimo ao pequeno, como um iogurte ou um pequeno pedaço de chocolate, o ideal é que não passe de 25 gramas diárias – ou quatro colheres de chá, quantidade recomendada pela American Heart Association (AHA). Quando se trata de alimentação e açúcar, usar o bom senso é a melhor solução.

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