SAÚDE E CUIDADOS MÉDICOS

Há mais de 30 anos o Centro Médico São Camilo cuida da saúde de Indaiatuba e região. Cuidado e tradição que ultrapassa gerações.

TRATAMENTO MÉDICO

Priorizar a saúde e bem estar dos pacientes através de uma equipe médica responsável e eficiente é o compromisso do São Camilo.

PSICÓLOGOS

Compreender e analisar o comportamento humano para promover a saúde mental é o trabalho dos Psicólogos do Centro Médico São Camilo.

ACOLHIMENTO MÉDICO

Informações, orientação e acompanhamento médico quanto aos melhores métodos e encaminhamento aos profissionais de saúde ideais.

PRONTO ATENDIMENTO

O Centro Médico São Camilo oferece pronto atendimento adulto e pediátrico e situações de urgência e emergência, de Segunda a Sábado 8h às 21h

PUERICULTURA

Acompanhamento e orientação médica da criança e adolescente, garantindo seu desenvolvimento saudável.

SOBRE O CENTRO MÉDICO SÃO CAMILO

Há mais de 30 anos o Centro Médico São Camilo cuida da saúde de Indaiatuba e região com dedicação e competência. Tradição e confiança passam de geração em geração garantindo o relacionamento de respeito e credibilidade entre a equipe e os pacientes.

Um Centro Médico completo com especialidades médicas como Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia, Pneumologia adulto e pediátrico, Gastroenterologia, Neurologia, Psicologia adulto e pediátrico, Nutrição adulto e infantil, Pronto atendimento adulto e pediátrico, Laboratório de análises clínicas e vacinação adulto e pediátrico.

A saúde e bem estar dos nossos pacientes em todas as fases da vida é o nosso objetivo!

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

O Centro Médico São Camilo informa que a partir de 31/08/2017 não estará mais atendendo o plano de saúde Unimed no PRONTO ATENDIMENTO PEDIÁTRICO.

Data: 16/08/2017 às 14:06

Fonte:

O Centro Médico São Camilo informa que a partir de 31/08/2017 não estará mais atendendo o plano de saúde Unimed no PRONTO ATENDIMENTO PEDIÁTRICO. 
No Pronto Atendimento Adulto o atendimento continua normalmente.

Hiperatividade e Déficit de Atenção devem ser tratados

Um tratamento bem sucedido deve reduzir os sintomas de hiperatividade

A hiperatividade não é uma doença. É um sintoma que pode ocorrer nas crianças e adolescentes e está associada a uma série de quadros clínicos distintos. É um comportamento relativamente comum principalmente na idade pré-escolar e pode ter relação com depressão ou ansiedade.

Em geral, quando se fala em “criança hiperativa” associa-se a um transtorno conhecido como TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade). Embora a denominação esteja equivocada, a hiperatividade é um sintoma comum no TDAH, assim como a distração e também a impulsividade. Cerca de 6% das crianças em idade escolar apresentam este sintoma, que provoca dificuldades no processo de aprendizado e também na socialização da criança, tanto na família como na escola. Estes problemas podem se alongar até a vida adulta.

Apesar do grande número de estudos já realizados, as causas precisas do TDAH ainda não são conhecidas. Acredita-se que fatores genéticos e ambientais podem influenciar no desenvolvimento da doença, como por exemplo, desentendimentos familiares ou doença mental na família. Algumas situações relacionadas com a gestação também podem estar associadas ao aparecimento do TDAH.

O diagnóstico de TDAH é clínico, ou seja, não existe nenhum exame complementar para confirmar a doença. É baseado na informação dos pais, dos professores e de todos que convivem com a criança e é necessário que esses sintomas tenham significado e causem repercussão na vida da criança e suas famílias. Quando os pais suspeitarem, devem procurar o pediatra, pois quanto mais cedo o diagnóstico, mais eficaz será o tratamento.

O tratamento do TDAH envolve diversas modalidades que devem acontecer simultaneamente: modificações comportamentais em casa; modificações no processo de aprendizado, com algumas adaptações quando necessário; e uso de medicamento. Um tratamento bem sucedido deve reduzir os sintomas de hiperatividade, distração e impulsividade, e também melhorar a vida da criança e da família.

Intolerância à lactose

Indivíduos com uma dieta pobre em leite e derivados e sem a substituição ou complementação adequada estão mais predispostos a desenvolverem uma mineralização óssea inadequada

Data: 28/03/2017 às 12:00

Fonte: Departamento Científico Nutrologia Pediátrica da SBP

O Departamento Científico (DC) de Nutrologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) elaborou um pequeno questionário para ajudar médicos e pacientes a entenderem as questões ligadas à intolerância à lactose, ou seja, a incapacidade do organismo de absorver adequadamente um dos carboidratos presente no leite (lactose).

A forma correta de tratar o problema costuma causar muitas dúvidas entre os pais. Para ajudar a sociedade a ter uma melhor compreensão sobre o tema a Dra. Jocemara Gurmini, membro do DC, preparou 10 perguntas e respostas mais frequentes sobre o tema. A seguir, o leitor encontrará orientações gerais sobre o transtorno, que podem ser muito úteis.

No caso dos bebês, alergia ao leite e intolerância à lactose são a mesma coisa?

A alergia ao leite de vaca e a intolerância à lactose são enfermidades diferentes. Na intolerância à lactose estamos falando sobre um carboidrato (lactose) que não provoca reações alérgicas, mas que por não ser absorvido de forma adequada é processado pelas bactérias intestinais formando gases e causando sintomas de desconforto abdominal, cólicas, distensão, flatulência, evacuações amolecidas, às vezes explosivas, e dermatite perineal. A alergia ao leite envolve a proteína, que, neste caso, ultrapassa a barreira mucosa do intestino delgado e chega à corrente sanguínea. Fenômenos alérgicos variados podem ocorrer, como sintomas digestivos (evacuações amolecidas, sangue nas fezes, vômitos, baixo ganho de peso) ou reações em outros aparelhos e sistemas (urticária, eczema ou, em casos mais graves, choque anafilático).

Em que idade costumam aparecer os sintomas da intolerância?

A intolerância à lactose pode ser primária, como a deficiência do prematuro; a congênita (rara); e a do tipo adulto ou ontogenética. A intolerância à lactose secundária ocorre devido a algumas doenças que levam a alterações na mucosa intestinal, alterando o tamanho das vilosidades, área onde a lactase (enzima que digere a lactose) é produzida. Tal fato pode ocorrer na doença celíaca, enterite infecciosa, desnutrição, entre outras. Outro dado importante refere-se ao fato de ser a intolerância à lactose dose-dependente, isto é, talvez pequenos volumes de leite ou derivados sejam bem tolerados. Algumas crianças toleram 1 a 2 copos de leite ao dia sem presença de sintomas. A ingestão concomitante de sólidos aumenta o tempo de esvaziamento gástrico e o trânsito intestinal, permitindo maior tempo de ação da lactose endógena. Assim, cuide para ter uma ingestão adequada de cálcio ou, caso necessário, suplementação medicamentosa. Já na alergia, um pequeno volume já é o suficiente para os sintomas aparecerem.

Quais são os sintomas em adultos e em crianças? São os mesmos?

A quantidade de lactose necessária para desencadear os sintomas varia de indivíduo para indivíduo, dependendo da porção de lactose ingerida, do grau de deficiência de lactase e do tipo de alimento com o qual a lactose foi ingerida. Os principais sintomas são: dor abdominal, borborigmo, distensão abdominal, flatulência, diarreia aquosa explosiva, dermatite perianal, podem ocorrer desidratação e acidose metabólica em caso mais graves.

Como descobrir se a criança desenvolveu intolerância? Quando devemos levá-la ao médico?

Procure avaliação médica nos casos de sintomas acima citados antes de iniciar uma dieta sem leite e derivados. Lembre-se que indivíduos com uma dieta pobre em leite e derivados e sem a substituição ou complementação adequada estão mais predispostos a desenvolverem uma mineralização óssea inadequada.

Caso a criança seja alérgica ou tenha intolerância, como deve ser a dieta? O que pode substituir o leite? Quais cuidados devem ser tomados?

Na alergia ao leite de vaca é necessária dieta sem leite e derivados com atenção especial aos rótulos, pois o leite pode vir com outro nome, como: leite em pó, leite desnatado, leite fluído, composto lácteo, caseína, caseinato, lactoalbumina, lactoglobulina, lactulose, lactose, proteínas do soro, soro de leite, whey protein. Atenção também para medicamentos e cosméticos. Na alergia ao leite não consuma alimentos que contenham queijo, iogurte, manteiga, creme de leite, leite integral, leite desnatado, leite em pó, leite condensado, produtos preparados com leite e com derivados. Também evite produtos com aroma de queijo, sabor artificial de manteiga, sabor caramelo, sabor creme de coco, sabor de açúcar queimado. A criança que está sendo amamentada deve ser mantida com leite materno e a mãe fará a dieta, em caso do uso de fórmula infantil, esta será substituída por formulação especial com proteína hidrolisada ou aminoácidos.

É genético?

A primeira descrição de intolerância à lactose foi feita por Hipócrates 400 a.C. e a redução da atividade da lactase ocorre com maior frequência em alguns grupos étnicos (por exemplo: esquimós, judeus, orientais, indianos, negros) que perdem progressivamente a atividade enzimática. Sua prevalência pode variar de 10% a 90%, dependendo da etnia considerada. Postula-se que esta variação na prevalência seja decorrente da seleção natural ocorrida em povos criadores de gado leiteiro domesticado, consumidores de leite e seus derivados na dieta, com a aquisição de um traço genético dominante que perpetua a atividade da lactase após o desmame, selecionando indivíduos geneticamente habilitados a digerir a lactose. Nestes casos, ocorre a persistência de um “gene regulador”, recentemente sequenciado e localizado no cromossomo 2 (2q21), que não permite a supressão da síntese de lactase no tempo programado. Apesar desta descoberta, testes genéticos não tem função diagnóstica de intolerância a lactose e não influenciam no tratamento.

Existe algum meio de prevenir a alergia ou a intolerância à lactose?

Na intolerância à lactose não existem orientações de prevenção. Já na alergia alimentar, faltam evidências de que a sensibilização inicie no período intrauterino. Até o momento, há pouca evidência de que a dieta materna durante a gestação e a lactação evitem a alergia. É importante estimular o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade, e complementado até dois anos ou mais; e não retardar a introdução de alimentos sólidos e nem dos ditos “mais” alergênicos (peixe, amendoim, castanhas, ovo, etc.) visando prevenir alergias. Não há qualquer justificativa para se retardar a introdução dos alimentos sólidos após o sexto mês de vida, sob o risco de aumento da sensibilização a antígenos alimentares e possíveis manifestações de alergias, principalmente a dermatite atópica.

Há níveis de intolerância?

A quantidade de lactose necessária para desencadear os sintomas varia de indivíduo para indivíduo, dependendo da porção de lactose ingerida, do grau de deficiência de lactase e do tipo de alimento com o qual a lactose foi ingerida.

Há tratamento? Ou é para a vida toda?

A intolerância a lactose secundária e a do prematuro são transitórias, o indivíduo volta a tolerar após um período de dieta sem o carboidrato. As demais são para toda a vida.

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